Extração sustentável
Colheita em áreas com plano de manejo aprovado, respeitando o calendário do bioma.
Uma fábrica de pellets no semiárido cearense, abastecida pelo manejo sustentável da Caatinga e por 1.860 famílias de assentamentos rurais. Exportação pelo Porto do Pecém — sem derrubar o bioma.
Por décadas, a lenha da Caatinga foi retirada de forma predatória: árvore arrancada, solo exposto, terra abandonada. O manejo sustentável inverte a lógica — a planta é podada, não arrancada, e volta a crescer.
É esse manejo que sustenta a Norpellets: exploração florestal conciliada com objetivos econômicos, sociais e ambientais, preservando a mata para as próximas gerações.
A raiz permanece viva, a planta rebrota e a mesma área volta a produzir. Nada é arrancado — nem a planta, nem o futuro de quem vive dela.
Poda feita a 40 cm do solo, o que permite a rebrota da planta e a continuidade do ciclo produtivo.
Seis etapas que se fecham em círculo: a área colhida rebrota e volta a produzir. Clique em cada etapa para conhecer.
Colheita em áreas com plano de manejo aprovado, respeitando o calendário do bioma.
Corte a 40 cm do solo. A raiz permanece viva e a planta rebrota naturalmente.
A madeira é organizada no campo por espécie e diâmetro e carregada para o pátio.
Picagem: a madeira vira cavaco e segue para a secagem até a umidade de processo.
Moagem e prensagem. A lignina da própria madeira faz a liga, sem aditivo químico.
Resfriamento, peneiramento e ensaque. Pronto para caldeira, forno ou exportação.
Cada etapa do manejo, da secagem e da prensagem existe para chegar aqui: um combustível sólido, limpo e de queima previsível.
Boa taxa de compactação e alto poder calorífico significam mais energia em menos volume — vantagem direta em transporte, armazenagem e competitividade.
Cada tonelada que sai da Caatinga carrega três resultados: mata conservada, trabalho formal e renda que fica na região.
Produtores e trabalhadores rurais do semiárido que passam a ter uma nova fonte de renda sem sair da propriedade. O manejo se soma à produção agrícola — diversifica em vez de substituir.
A madeira é empilhada às margens do carreador e retirada área por área. A faixa colhida rebrota e volta ao ciclo em poucos anos — sem abrir novas frentes de desmatamento e sem deixar o solo descoberto.
70 empregos diretos com carteira assinada, uniforme, EPI e treinamento — e milhares de famílias rurais na cadeia produtiva do grupo. A contratação é prioritariamente local, para que a renda circule onde ela é produzida.
ESG aqui não é relatório de fim de ano: é a forma como a operação foi desenhada. Cada letra tem prática, responsável e evidência.
“Conciliar a exploração florestal com objetivos econômicos, sociais e ambientais, garantindo recursos para as futuras gerações.”
O princípio do uso florestal sustentável da CaatingaUma empresa do Grupo Carvalho Júnior criada para transformar o manejo responsável da Caatinga em energia renovável — e o semiárido em lugar de trabalho e renda.
Provar que a vegetação nativa, manejada com critério, sustenta uma indústria de energia competitiva — e criar um caminho que outras empresas da região possam seguir.
Entregar pellets de qualidade certificada, com origem rastreada e volume constante, para a indústria brasileira e para o mercado internacional.
Terceira geração de empreendedores cearenses, conduz o grupo na transição para a economia circular verde, levando a biomassa da Caatinga ao mercado internacional.
lauroj@grupocarvalho.com.brPróxima ao Atlântico e servida pelo Complexo do Pecém, a região tem rotas diretas e indiretas para a Europa, a Ásia e as Américas — mais de vinte destinos a partir de um único porto.
Biomassa sofre com umidade e manuseio. Por isso a Norpellets controla a cadeia inteira — da área de manejo ao embarque no porto — com frota própria, terminal intermodal e acesso ferroviário. O produto sai em saco de 15 kg, big bag ou granel, com nota fiscal, rastreamento e programação de entrega.
Águas profundas, estrutura para granel sólido e rotas diretas para os principais mercados compradores de pellets — a vantagem logística que colocou o Ceará no mapa da energia renovável.
Bastidores da produção, avanços do projeto e conteúdo sobre energia de biomassa.
Memorando de Entendimento assinado em 3 de julho prevê capacidade inicial de 100 mil toneladas por ano e cerca de 100 empregos diretos.
Ler a matériaEm plena capacidade, o projeto deve beneficiar até 1.860 famílias de assentamentos rurais, com expansão prevista para 300 mil toneladas em cinco anos.
Ler a matériaGoverno do Ceará confirma que não haverá plantio de eucalipto ou pinus e que a empresa deverá atender à certificação SBP para entrar no mercado europeu.
Ler a matériaIndústrias que precisam de biomassa, produtores rurais interessados em manejo, parceiros e investidores: nossa equipe está pronta para conversar.
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